O mundo lusófono
lunes, 29 de junio de 2020
jueves, 19 de marzo de 2020
A PROBLEMÁTICA ATUAL NOS CENTROS URBANOS E TEMAS RELACIONADOS
Bom dia pessoal,
Vamos começar a Macro-tarefa "A problemática atual nos centros urbanos", só que o trabalho será desenvolvido através do blog, não em debates orais como estava previsto. De qualquer forma a partir do tema que cada um de vocês coloque (textos curtos) todos poderemos opinar e contribuir. Isto é, vocês escolhem um tema relacionado com a macro-tarefa, fazem um pequena pesquisa e logo colocam um texto curto (resumo) acerca do que vocês pesquisaram.
Esta atividade será desenvolvida durante duas semanas e vocês poderão postar suas contribuições ao longo das duas semanas. Na sexta-feira 3 de abril fecharemos esta atividade. Desejo que todos participem com comentários para cada um dos temas que vocês mesmo irão colocando a partir de amanhã.
Alguns problemas comuns dos centros urbanos.
Vamos começar a Macro-tarefa "A problemática atual nos centros urbanos", só que o trabalho será desenvolvido através do blog, não em debates orais como estava previsto. De qualquer forma a partir do tema que cada um de vocês coloque (textos curtos) todos poderemos opinar e contribuir. Isto é, vocês escolhem um tema relacionado com a macro-tarefa, fazem um pequena pesquisa e logo colocam um texto curto (resumo) acerca do que vocês pesquisaram.Esta atividade será desenvolvida durante duas semanas e vocês poderão postar suas contribuições ao longo das duas semanas. Na sexta-feira 3 de abril fecharemos esta atividade. Desejo que todos participem com comentários para cada um dos temas que vocês mesmo irão colocando a partir de amanhã.
Alguns problemas comuns dos centros urbanos.
Vários são
os culpados da poluição urbana. Indústrias geram muitos poluentes, como
monóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (CO2), dióxido de enxofre (SO2),
só para citar alguns.
O
desmatamento e a falta de áreas verdes pioram o problema da poluição
atmosférica. Mas o automóvel é um dos maiores vilões. A poluição do ar nas
grandes cidades causa mortes e vários problemas de saúde na população.
Um fenômeno
comum em grandes cidades é a inversão térmica, que ocorre quando as camadas da
atmosfera se invertem, ficando as mais frias próximas ao solo. Isso dificulta a
circulação do ar e aumenta a poluição.
Já as ilhas
de calor ocorrem quando o centro da cidade, normalmente cheio de prédios, passa
a ser mais quente que as áreas ao redor.
Outro
fenômeno muito conhecido é o efeito estufa, que ocorre por causa do aumento da
temperatura no planeta, causado pelos gases poluentes emitidos pela ação do
homem. Essa poluição impede que o calor da Terra se dissipe, mantendo o planeta
aquecido.
Nas grandes
cidades, a água de rios e lagos pode sofrer as consequências da poluição. E tem
ainda o problema do desperdício de recursos hídricos e da poluição dos rios.
A erosão e
os deslizamentos de encostas também são desafios enfrentados pelas grandes
cidades. Ocorrem quando há ocupação irregular de encostas, fato que pode causar
desastres, principalmente durante o período de chuvas.
Além dos
desmoronamentos, o período de chuvas pode causar enchentes nas grandes cidades.
A ocupação desordenada, a falta de planejamento urbano e a impermeabilização do
solo são algumas das causas de alagamentos urbanos.
Por falar
em chuva, ela ainda por cima pode ser ácida. Isso acontece quando gases
poluentes reagem com a água e o ar. A chuva ácida pode destruir plantações,
além de afetar a saúde do ser humano.
O barulho
em excesso - seja da buzina de automóveis ou de outros aspectos da vida nas
cidades - é outro problema. Além disso, os centros urbanos também convivem com
a poluição visual.
Fonte: https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/11-problemas-comuns-em-grandes-centros-urbanos/
domingo, 23 de febrero de 2020
CARNAVAL DE OLINDA
Boa tarde pessoal,
Eis um texto sobre o Carnaval de Olinda, Pernambuco. Leiam-no e postem seu comentário no blog antes da quarta-feira, esse dia vamos conversar sobre este tema.
Carnaval de
Olinda – História e origem
A cidade
pernambucana tem um dos carnavais mais tradicionais do Brasil, com desfiles de
bonecos e muito frevo.
Um dos
aspectos mais conhecidos de nossa cultura é o carnaval! Apesar das festas
carnavalescas mais conhecidas mundialmente serem as das escolas de samba do Rio
de Janeiro, existem muitas outras comemorações nessa data em nosso país.
Uma delas é
o Carnaval de Olinda. A cidade situada na região metropolitana de Recife possuí
um dos carnavais mais tradicionais do Brasil.
As
festividades carnavalescas da cidade começaram no início do século XX, com o
surgimento de clubes carnavalescos. Sendo os mais famosos: Misto Vassourinhas e
Misto Lenhadores.
Já em 1932,
saiu para desfile o primeiro boneco gigante de Olinda, o Homem da Meia-Noite,
animando as ruas e dando início a uma tradição que ainda persiste.
Bonecos de
Olinda
Ao pensar
no carnaval de Olinda, sem sombras de dúvidas nos lembramos dos bonecos
gigantes que desfilam pela cidade. Feitos de madeira, tecido e papel os bonecos
são conduzidos pelas ruas de Olinda, animando os foliões.
Além disso,
os bonecos de Olinda costumam ser representações de figuras importantes para a
história do Brasil e do mundo. Portanto, podemos encontrar facilmente bonecos
de políticos, atores, cantores, atletas, entre outras personalidades.
Porém, os
bonecos gigantes não são a única atração do famoso carnaval de Pernambuco. Há
também muita música e dança!
Um exemplo
de dança que anima as festividades desta época é o frevo. As ruas de Olinda são
tomadas por desfiles regados por muito samba e frevo.
A origem do
frevo aconteceu na cidade de Recife, entretanto, este ritmo musical já está
atrelado ao carnaval de Olinda há alguns anos.
As
apresentações da dança são verdadeiros espetáculos, não só para a festividade
pernambucana, como também para toda a cultura brasileira.
O carnaval
de Olinda mistura traços culturais dos povos que ajudaram na formação do
Brasil. Sendo assim, encontramos aspectos das culturas negra, europeia e
indígena.
Portanto,
com tantos elementos interligados, que fomentam esta comemoração tipicamente
brasileira, o carnaval de Olinda é um dos destinos turísticos mais visados
desta época do ano.
Mais de um
milhão de foliões animam as ruas da cidade todo ano. Além disso, existem cerca
de 500 grupos carnavalescos que desfilam pelas ruas de Olinda. Isso, sem contar
os clubes de maracatu, troça, afoxé, frevo e caboclinho.
viernes, 23 de agosto de 2019
LITERATURA NORDESTINA
Boa tarde pessoal,
Agora vamos conhecer alguns escritores nordestinos. Depois de ler um pouco da biografia deles e de seu trabalho, escolham um dos escritores e procurem algumas obras dele para comentá-las na sala de aula.
Exercício. Coloque seu comentário no blog antes da próxima quarta-feira
ALGUNS ESCRITORES NORDESTINOS
Rachel de Queiroz nasceu, em Fortaleza, Ceará, no dia 17 de novembro de 1910. Filha de Daniel de Queiroz Lima e Clotilde Franklin de Queiroz é parente, pelo lado materno, da família de José de Alencar. Com 45 dias de nascida, a família mudou-se para a Fazenda Junco, em Quixadá, uma propriedade da família. Em 1913 retornam para Fortaleza, onde seu pai foi nomeado promotor. Em 1917, a família vai morar no Rio de Janeiro procurando fugir de uma grave seca que desde 1915 atingia a região. Em 1919 a família retorna para Fortaleza e, em 1921, Rachel de Queiroz ingressa no Colégio Imaculada Conceição, diplomando-se professora, em 1925, com apenas 15 anos.
Em 1927, com o pseudônimo de Rita de Queluz, escreve uma carta para o jornal O Ceará, promotor do evento, ironizando o concurso de Rainha dos Estudantes. Com o sucesso da carta, Rachel foi convidada para colaborar com o jornal. Passa a organizar a página literária e publica o folhetim “História de um Nome”. Nessa época, leciona História, como professora substituta, no colégio Imaculada Conceição
Jorge Amado de Farias nasceu na Fazenda Auricídia, em Ferradas, município de Itabuna, Bahia, no dia 10 de agosto de 1912. Filho de João Amado de Faria e Eulália Leal Amado, fazendeiros de cacau.
Em janeiro de 1914 mudou-se com a família para a cidade de Ilhéus, onde passou a infância. Com 11 foi estudar no Colégio Antônio Vieira, em Salvador, onde aprendeu o gosto pela leitura com o padre Cabral.
Aos 12 anos fugiu do internato e foi para Itaporanga, em Sergipe, onde morava seu avô. Depois de alguns meses, seu pai mandou buscá-lo e sem desejar voltar para a escola, Jorge foi plantar cacau.
Depois de seis meses no meio do povo, tomou conhecimento da luta entre fazendeiros e exportadores de cacau, que iria marcar fortemente sua obra de romancista.
Em Salvador, ingressou no Ginásio Ipiranga, onde fez o curso secundário. Ligou-se à "Academia dos Rebeldes", um grupo de jovens, chefiado por Pinheiro Viegas, que tinha como objetivo a renovação literária.
Dirigiu dois jornais, “A Pátria” o jornal oficial, e “A Folha”, fundado por ele, que contestava A Pátria. Com 14 anos estreou na revista “A Luva”, com um poema de feições modernistas.
Frequentador de candomblés desde muito cedo, Jorge Amado tornou-se amigo de pais-de-santo, perseguidos pela polícia. Em seus livros Jubiabá e Tenda dos Milagres, esses fatos são relatados.
Ainda com 14 anos começou a trabalhar no "Diário da Bahia", depois em “O Imparcial”.

Ariano Vilar Suassuna nasceu no Palácio da Redenção, na cidade de Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa, capital da Paraíba, em 16 de junho de 1927.
suna nasceu no Palácio da Redenção, na cidade de Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa, capital da Paraíba, em 16 de junho de 1927.
Filho de João Urbano Pessoa de Vasconcelos Suassuna, na época, governador da Paraíba, e de Rita de Cássia Dantas Villar foi o oitavo dos nove filhos do casal. Passou os primeiros anos de sua infância na fazenda Acahuan, no município de Sousa, no sertão do Estado.
Durante a Revolução de 1930, seu pai, ex-governador da Paraíba e então deputado federal, foi assassinado por motivos políticos, no Rio de Janeiro. Em 1933, a família muda-se para Taperoá, no sertão da Paraíba, onde Ariano iniciou seus estudos primários. Teve os primeiros contatos com a cultura regional assistindo as apresentações de mamulengos e os desafios de viola.
Em 1938, a família muda-se para a cidade do Recife, Pernambuco, onde Ariano entra para o Colégio Americano Batista, em regime de internato. Em 1943 ingressa no Ginásio Pernambucano, importante colégio do Recife. Sua estreia na literatura se deu nas páginas do Jornal do Comércio, em 1945, com o poema “Noturno”.
Em 1946 ingressou na Faculdade de Direito do Recife, onde fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco, junto com Hermilo Borba Filho, entre outros. Em 1947, escreve sua primeira peça Uma Mulher Vestida de Sol. No ano seguinte escreve Cantam as Harpas de Sião. Em 1950, conclui o curso de Direito. Dedicou-se à advocacia e ao teatro.

Graciliano Ramos nasceu na cidade de Quebrângulo, Alagoas, no dia 27 de outubro de 1892. Filho de Sebastião Ramos de Oliveira e Maria Amélia Ferro Ramos era o primogênito de quinze filhos, de uma família de classe média do Sertão nordestino.
Passou parte de sua infância na cidade de Buíque, em Pernambuco, e parte em Viçosa, Alagoas, onde estudou no internato da cidade.
Em 1904 publicou no jornal da escola seu primeiro conto O Pequeno Pedinte. Em 1905 mudou-se para Maceió, onde fez seus estudos secundários no Colégio Interno Quinze de Março, onde desenvolveu maior interesse pela língua e pela literatura.
Em 1910 foi com a família morar em Palmeira dos Índios, Alagoas, onde seu pai abriu um pequeno comércio. Em 1914 foi para o Rio de Janeiro, quando trabalhou como revisor dos jornais Correio da Manhã, A Tarde e em O Século.
Voltou para a cidade de Palmeira dos Índios, onde duas irmãs haviam falecido de peste bubônica, em 1915. Trabalhou com o pai no comércio. No ano seguinte, casou-se com Maria Augusta Barros, com quem teve quatro filhos.
Agora vamos conhecer alguns escritores nordestinos. Depois de ler um pouco da biografia deles e de seu trabalho, escolham um dos escritores e procurem algumas obras dele para comentá-las na sala de aula.
Exercício. Coloque seu comentário no blog antes da próxima quarta-feira
ALGUNS ESCRITORES NORDESTINOS
No que diz respeito às letras, alguns dos autores mais ilustres do Brasil são filhos de sua terra, como Jorge Amado, Ariano Suassuna, Raquel de Queiroz e Graciliano Ramos, que deram ao nosso país livros que ensinaram, divertiram e também entraram para a sua história.

Em 1927, com o pseudônimo de Rita de Queluz, escreve uma carta para o jornal O Ceará, promotor do evento, ironizando o concurso de Rainha dos Estudantes. Com o sucesso da carta, Rachel foi convidada para colaborar com o jornal. Passa a organizar a página literária e publica o folhetim “História de um Nome”. Nessa época, leciona História, como professora substituta, no colégio Imaculada Conceição
Jorge Amado de Farias nasceu na Fazenda Auricídia, em Ferradas, município de Itabuna, Bahia, no dia 10 de agosto de 1912. Filho de João Amado de Faria e Eulália Leal Amado, fazendeiros de cacau.
Em janeiro de 1914 mudou-se com a família para a cidade de Ilhéus, onde passou a infância. Com 11 foi estudar no Colégio Antônio Vieira, em Salvador, onde aprendeu o gosto pela leitura com o padre Cabral.
Aos 12 anos fugiu do internato e foi para Itaporanga, em Sergipe, onde morava seu avô. Depois de alguns meses, seu pai mandou buscá-lo e sem desejar voltar para a escola, Jorge foi plantar cacau.
Depois de seis meses no meio do povo, tomou conhecimento da luta entre fazendeiros e exportadores de cacau, que iria marcar fortemente sua obra de romancista.
Em Salvador, ingressou no Ginásio Ipiranga, onde fez o curso secundário. Ligou-se à "Academia dos Rebeldes", um grupo de jovens, chefiado por Pinheiro Viegas, que tinha como objetivo a renovação literária.
Dirigiu dois jornais, “A Pátria” o jornal oficial, e “A Folha”, fundado por ele, que contestava A Pátria. Com 14 anos estreou na revista “A Luva”, com um poema de feições modernistas.
Frequentador de candomblés desde muito cedo, Jorge Amado tornou-se amigo de pais-de-santo, perseguidos pela polícia. Em seus livros Jubiabá e Tenda dos Milagres, esses fatos são relatados.
Ainda com 14 anos começou a trabalhar no "Diário da Bahia", depois em “O Imparcial”.
Ariano Vilar Suassuna nasceu no Palácio da Redenção, na cidade de Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa, capital da Paraíba, em 16 de junho de 1927.
suna nasceu no Palácio da Redenção, na cidade de Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa, capital da Paraíba, em 16 de junho de 1927.
Filho de João Urbano Pessoa de Vasconcelos Suassuna, na época, governador da Paraíba, e de Rita de Cássia Dantas Villar foi o oitavo dos nove filhos do casal. Passou os primeiros anos de sua infância na fazenda Acahuan, no município de Sousa, no sertão do Estado.
Durante a Revolução de 1930, seu pai, ex-governador da Paraíba e então deputado federal, foi assassinado por motivos políticos, no Rio de Janeiro. Em 1933, a família muda-se para Taperoá, no sertão da Paraíba, onde Ariano iniciou seus estudos primários. Teve os primeiros contatos com a cultura regional assistindo as apresentações de mamulengos e os desafios de viola.
Em 1938, a família muda-se para a cidade do Recife, Pernambuco, onde Ariano entra para o Colégio Americano Batista, em regime de internato. Em 1943 ingressa no Ginásio Pernambucano, importante colégio do Recife. Sua estreia na literatura se deu nas páginas do Jornal do Comércio, em 1945, com o poema “Noturno”.
Em 1946 ingressou na Faculdade de Direito do Recife, onde fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco, junto com Hermilo Borba Filho, entre outros. Em 1947, escreve sua primeira peça Uma Mulher Vestida de Sol. No ano seguinte escreve Cantam as Harpas de Sião. Em 1950, conclui o curso de Direito. Dedicou-se à advocacia e ao teatro.

Graciliano Ramos nasceu na cidade de Quebrângulo, Alagoas, no dia 27 de outubro de 1892. Filho de Sebastião Ramos de Oliveira e Maria Amélia Ferro Ramos era o primogênito de quinze filhos, de uma família de classe média do Sertão nordestino.
Passou parte de sua infância na cidade de Buíque, em Pernambuco, e parte em Viçosa, Alagoas, onde estudou no internato da cidade.
Em 1904 publicou no jornal da escola seu primeiro conto O Pequeno Pedinte. Em 1905 mudou-se para Maceió, onde fez seus estudos secundários no Colégio Interno Quinze de Março, onde desenvolveu maior interesse pela língua e pela literatura.
Em 1910 foi com a família morar em Palmeira dos Índios, Alagoas, onde seu pai abriu um pequeno comércio. Em 1914 foi para o Rio de Janeiro, quando trabalhou como revisor dos jornais Correio da Manhã, A Tarde e em O Século.
Voltou para a cidade de Palmeira dos Índios, onde duas irmãs haviam falecido de peste bubônica, em 1915. Trabalhou com o pai no comércio. No ano seguinte, casou-se com Maria Augusta Barros, com quem teve quatro filhos.
viernes, 16 de agosto de 2019
Cultura da Região Nordeste
Boa tarde pessoal, 



Vamos ler mais acerca da cultura nordestina do Brasil que, como comentamos hoje na aula, é uma cultura muito rica e importante.
Lembrem-se que língua é cultura, assim junto com o aprendizado da língua portuguesa temos que aproximar-nos das diferentes culturas regionais do Brasil. Mais adiante vocês se aproximarão das culturas dos outros países lusófonos.
Exercício. Leia o texto a seguir acompanhado pela escuta do documento em áudio que está no link:
https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/cultura-regiao-nordeste.htm
Depois coloque seu comentário no blog antes da quarta-feira, 21 de agosto.
CULTURA DA REGIAO NORDESTE

Os
estados que compõem a região Nordeste são: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão,
Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Esse complexo
regional apresenta grande diversidade cultural, composta por manifestações
diversificadas. Portanto, serão abordados alguns dos vários elementos culturais
da região em destaque:
O carnaval é o evento popular mais famoso do Nordeste, especialmente em Salvador, Olinda e Recife. Milhares de turistas são atraídos para o carnaval nordestino, que se caracteriza pela riqueza musical e alegria dos foliões.
O carnaval é o evento popular mais famoso do Nordeste, especialmente em Salvador, Olinda e Recife. Milhares de turistas são atraídos para o carnaval nordestino, que se caracteriza pela riqueza musical e alegria dos foliões.
O coco
também é conhecido por bambelô ou zamba. É um estilo de dança muito praticado
nos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. A dança é
uma expressão do desabafo da alma popular, da gente mais sofrida do Nordeste
brasileiro. É uma dança de roda ou de fileiras mistas, de conjunto, de pares,
que vão ao centro e desenvolvem movimentos ritmados.
O maracatu é originário de Recife, capital de Pernambuco, surgiu durante as procissões em louvor a Nossa Senhora do Rosário dos Negros, que batiam o xangô, (candomblé) o ano inteiro. O maracatu é um cortejo simples, inicialmente tinha um cunho altamente religioso, hoje é uma mistura de música primitiva e teatro. Ficou bastante conhecido no Brasil a partir da década de 1990, com o movimento manguebeat, liderado por Chico Science e Nação Zumbi, Mundo Livre S/A, entre outros.
O Reisado, ou Folia de Reis, é uma manifestação cultural introduzida no Brasil colonial, trazida pelos colonizadores portugueses. É um espetáculo popular das festas de natal e reis, cujo palco é a praça pública, a rua. No Nordeste, a partir do dia 24 de dezembro, saem os vários Reisados, cada bairro com o seu, cantando e dançando. Os participantes dos Reisados acreditam ser continuadores dos Reis Magos que vieram do Oriente para visitar o Menino Jesus, em Belém.
As festas juninas representam um dos elementos culturais do povo nordestino. Essa festa é composta por música caipira, apresentações de quadrilhas, comidas e bebidas típicas, além de muita alegria. Consiste numa homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro. As principias festas juninas da região Nordeste ocorrem em Caruaru (PE) e Campina Grande (PB).
O maracatu é originário de Recife, capital de Pernambuco, surgiu durante as procissões em louvor a Nossa Senhora do Rosário dos Negros, que batiam o xangô, (candomblé) o ano inteiro. O maracatu é um cortejo simples, inicialmente tinha um cunho altamente religioso, hoje é uma mistura de música primitiva e teatro. Ficou bastante conhecido no Brasil a partir da década de 1990, com o movimento manguebeat, liderado por Chico Science e Nação Zumbi, Mundo Livre S/A, entre outros.
O Reisado, ou Folia de Reis, é uma manifestação cultural introduzida no Brasil colonial, trazida pelos colonizadores portugueses. É um espetáculo popular das festas de natal e reis, cujo palco é a praça pública, a rua. No Nordeste, a partir do dia 24 de dezembro, saem os vários Reisados, cada bairro com o seu, cantando e dançando. Os participantes dos Reisados acreditam ser continuadores dos Reis Magos que vieram do Oriente para visitar o Menino Jesus, em Belém.
As festas juninas representam um dos elementos culturais do povo nordestino. Essa festa é composta por música caipira, apresentações de quadrilhas, comidas e bebidas típicas, além de muita alegria. Consiste numa homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro. As principias festas juninas da região Nordeste ocorrem em Caruaru (PE) e Campina Grande (PB).
Bumba meu
boi é um festejo que apresenta um pequeno drama. O dono do boi, um homem
branco, presencia um homem negro roubando o seu animal para alimentar a esposa
grávida que estava com vontade de comer língua de boi. Matam o boi, mas depois
é preciso ressuscitá-lo. O espetáculo é representado por um boi construído em
uma armação de madeira coberta de pano colorido. Ao final, o boi é morto e em
seguida ressuscitado.
O frevo surgiu através da capoeira, pois o capoeirista sai dançando o frevo à frente dos cordões, das bandas de música. É uma criação de compositores de música ligeira, especialmente para o carnaval. Com o passar do tempo, o estilo ganhou um gingado composto por passos soltos e acrobáticos.
Quilombo é um folguedo tradicional alagoano, tema puramente brasileiro, revivendo a época do Brasil Colônia. Dramatiza a fuga dos escravos que foram buscar um local seguro para se esconder na serra da Barriga, formando o Quilombo dos Palmares.
A capoeira foi introduzida no Brasil pelos escravos africanos e é considerada uma modalidade de luta e também de dança. Rapidamente adquiriu adeptos nos estados nordestinos, principalmente na Bahia e Pernambuco. O instrumento utilizado durante as apresentações de capoeira é o berimbau, constituído de arco, cabaça cortada, caxixi (cestinha com sementes), vareta e dobrão (moeda).
O frevo surgiu através da capoeira, pois o capoeirista sai dançando o frevo à frente dos cordões, das bandas de música. É uma criação de compositores de música ligeira, especialmente para o carnaval. Com o passar do tempo, o estilo ganhou um gingado composto por passos soltos e acrobáticos.
Quilombo é um folguedo tradicional alagoano, tema puramente brasileiro, revivendo a época do Brasil Colônia. Dramatiza a fuga dos escravos que foram buscar um local seguro para se esconder na serra da Barriga, formando o Quilombo dos Palmares.
A capoeira foi introduzida no Brasil pelos escravos africanos e é considerada uma modalidade de luta e também de dança. Rapidamente adquiriu adeptos nos estados nordestinos, principalmente na Bahia e Pernambuco. O instrumento utilizado durante as apresentações de capoeira é o berimbau, constituído de arco, cabaça cortada, caxixi (cestinha com sementes), vareta e dobrão (moeda).
A festa
de Iemanjá é um agradecimento à Rainha do Mar. A maior festa de Iemanjá ocorre
na Bahia, no Rio Vermelho, dia 2 de fevereiro. Todas as pessoas que têm
“obrigação” com a Rainha do Mar se dirigem para a praia. Nesse evento cultural
há o encontro de todos os candomblés da Bahia. Levam flores e presentes,
principalmente espelhos, pentes, joias e perfumes.
Lavagem do Bonfim é uma das maiores festas religiosas populares da Bahia. É realizada numa quinta-feira do mês de janeiro. Milhares de romeiros chegam ao Santuário do Senhor do Bonfim, considerado como o Oxalá africano. Existem também promessas católicas de “lavagens de igrejas”, nas quais os fiéis lavam as escadarias da igreja com água e flores.
O Candomblé consiste num culto dos orixás que representam as forças que controlam a natureza e seus fenômenos, como a água, o vento, as florestas, os raios, etc. É de origem africana e foi introduzido no país pelos escravos negros, na época do Brasil colonial. Na Bahia, esse culto é chamado de candomblé, em Pernambuco, nomeia-se xangô, no Maranhão, tambor de menina.
Lavagem do Bonfim é uma das maiores festas religiosas populares da Bahia. É realizada numa quinta-feira do mês de janeiro. Milhares de romeiros chegam ao Santuário do Senhor do Bonfim, considerado como o Oxalá africano. Existem também promessas católicas de “lavagens de igrejas”, nas quais os fiéis lavam as escadarias da igreja com água e flores.
O Candomblé consiste num culto dos orixás que representam as forças que controlam a natureza e seus fenômenos, como a água, o vento, as florestas, os raios, etc. É de origem africana e foi introduzido no país pelos escravos negros, na época do Brasil colonial. Na Bahia, esse culto é chamado de candomblé, em Pernambuco, nomeia-se xangô, no Maranhão, tambor de menina.
A
Literatura de Cordel é uma das principais manifestações culturais nordestinas,
consiste na elaboração de pequenos livros contendo histórias escritas em prosa
ou verso, sobre os mais variados assuntos: desafios, histórias ligadas à
religião, política, ritos ou cerimônias. É o estilo literário com o maior
número de exemplares no mundo. Para os nordestinos, a Literatura de Cordel
representa a expressão dos costumes regionais.
A culinária do Nordeste é bem diversificada e destaca-se pelos temperos fortes e comidas apimentadas. Os pratos típicos são: carne de sol, buchada de bode, sarapatel, acarajé, vatapá, cururu, feijão-verde, canjica, tapioca, peixes, frutos do mar, etc. As frutas também são comuns, como por exemplo: manga, araçá, graviola, ciriguela, umbu, buriti, cajá e macaúba.
O artesanato da região Nordeste é muito variado, destacam-se as redes tecidas, rendas, crivo, produtos de couro, cerâmica, madeira, argila, as garrafas com imagens produzidas de areia colorida, os objetos feitos a partir da fibra do buriti, entre outros.
A culinária do Nordeste é bem diversificada e destaca-se pelos temperos fortes e comidas apimentadas. Os pratos típicos são: carne de sol, buchada de bode, sarapatel, acarajé, vatapá, cururu, feijão-verde, canjica, tapioca, peixes, frutos do mar, etc. As frutas também são comuns, como por exemplo: manga, araçá, graviola, ciriguela, umbu, buriti, cajá e macaúba.
O artesanato da região Nordeste é muito variado, destacam-se as redes tecidas, rendas, crivo, produtos de couro, cerâmica, madeira, argila, as garrafas com imagens produzidas de areia colorida, os objetos feitos a partir da fibra do buriti, entre outros.
Retirado de:
https://mundoeducacao.bogeografia/cultura-regiao-nordeste.htm
sábado, 2 de marzo de 2019
OS CONECTIVOS
Oi pessoal,
Eis alguma informação sobre o que são os conectivos e seu uso em português. Agora que vocês estão redigindo sua crônica precisam desses elementos para fazer seu texto coeso e coerente.

Eis alguma informação sobre o que são os conectivos e seu uso em português. Agora que vocês estão redigindo sua crônica precisam desses elementos para fazer seu texto coeso e coerente.
Você sabe o que são conectivos? Analisando a palavra “conectivos”, podemos notar que ela faz referência à conexão. É isso mesmo: os conectivos possibilitam a conexão de elementos da língua.
Em um texto, a fim de que possamos nos expressar de forma satisfatória, os conectivos são as ferramentas que nos permitem relacionar as ideias de forma clara e organizada. Bem sabemos que clareza e organização são as palavras-chave para que um texto alcance seu propósito comunicacional, pois, se não formos claros, nossos leitores não entenderão a nossa mensagem e, assim, infelizmente, o objetivo de nossa produção textual não terá sido alcançado.
Em um texto, a fim de que possamos nos expressar de forma satisfatória, os conectivos são as ferramentas que nos permitem relacionar as ideias de forma clara e organizada. Bem sabemos que clareza e organização são as palavras-chave para que um texto alcance seu propósito comunicacional, pois, se não formos claros, nossos leitores não entenderão a nossa mensagem e, assim, infelizmente, o objetivo de nossa produção textual não terá sido alcançado.
Pois bem, agora sabemos o que são conectivos e o porquê de serem preciosos elementos textuais, outra informação importante para completarmos o estudo sobre eles é entendermos que são eles os responsáveis por aquilo que chamamos de coesão textual, o que é fundamental para que um texto seja coerente.
Coesão textual: é a conexão, ligação entre os elementos da superfície de um texto. O que isso quer dizer? Coesão é um aspecto que zela, em uma perspectiva estrutural, pela relação entre as palavras, frases, períodos e parágrafos de um texto.
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Coerência textual: é a relação e organização lógica de um texto. O que isso quer dizer? Uma produção textual coerente ocorre quando as ideias do texto estão em sintonia, em uma lógica em que uma complementa a outra.
Retirado de: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/portugues/o-que-sao-conectivos.htm
Retirado de: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/portugues/o-que-sao-conectivos.htm
Exercício. Revise a lista de conectivos em https://portuguesaletra.com/gramatica/conectivos-lista/
Logo escolha uma crônica dos autores sugeridos no tópico anterior do blog e procure os conectivos que aparecem nela. Leve seu trabalho para a sala de aula.
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